Alinhadas a tendências globais, empresas brasileiras mostram que sustentabilidade já é rotina
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Solenza marca presença no desfile do conexão de Talentos com Duda Alteia fazendo a diferença
Oi, Boa tarde! Venho trazer uma abordagem pouco explorada sobre o uso de inoculantes no plantio de soja, que é quanto o produtor deixa de ganhar, se não usar. Segundo estudos de instituições como a Embrapa, os inoculantes podem garantir ganhos de 9% de produtividade. Isso seria o equivalente a R$ 650 mil por safra. Além disso, em tempos de alta dos fertilizantes químicos, o produtor economiza na dosagem e no preço, pois os inoculantes são de baixíssima dosagem por hectare (2 a 6 doses), com preço infinitamente menor que a ureia (853 kg/ha). Os inoculantes contêm bactérias do gênero Bradyrhizobium, que se associam às raízes da planta formando nódulos responsáveis por transformar o nitrogênio atmosférico em formas assimiláveis, reduzindo ou eliminando a necessidade de adubação nitrogenada. Um avanço recente é a coinoculação, que combina diferentes micro-organismos. Um exemplo é a associação de Bradyrhizobium à Azospirillum brasilense. Ainda segundo a Embrapa, isso pode representar ganhos de até 16% na produtividade. Outra classe de inoculante que vem ganhando destaque é o solubilizador de fósforo. A bactéria Pseudomonas fluorescens, presente no Phós’ Up, atua produzindo metabólitos que aumentam sua disponibilidade à planta. Por fim, também existem produtos que protegem os inoculantes das ações do ambiente, para que realmente melhorem sua eficácia. Qualquer dúvida ou solicitação de entrevista, estou à disposição.
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André Franco destaca a transformação do mercado cripto, impulsionada por tecnologia, comportamento e economia, comparando-o à internet dos anos 2000. Ele propõe uma nova lógica de análise baseada em fluxo e ciclos, e defende o Bitcoin como símbolo da escassez digital. A entrevista traz estratégias conscientes de investimento e reforça a importância da paciência, orientação e visão estratégica no universo cripto.
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