Escola adota plataforma educacional para agilidade na personalização do ensino inclusivo

Escola adota plataforma educacional para agilidade na personalização do ensino inclusivo

Localizada no Parque Guarani, bairro da zona leste de São Paulo, o Colégio Filomena de Marco encontrou na tecnologia uma aliada para tornar sua rotina pedagógica mais eficiente e organizada. Com cerca de 710 alunos, da Educação Infantil ao Ensino Médio técnico, a instituição (que conta com 42 docentes) passou a utilizar a plataforma de educação inclusiva da edtech IncluiAi, para estruturar processos e otimizar a adaptação de atividades e avaliações.

A iniciativa acompanha uma transformação mais ampla no cenário educacional brasileiro. Inclusive, dados da IncluiAI indicam que cerca de 40% dos alunos apresentam algum tipo de perfil atípico de aprendizagem, enquanto apenas parte deles possui diagnóstico formal. Fato que amplia o desafio das escolas em oferecer um ensino verdadeiramente personalizado e inclusivo no dia a dia.

No caso do Colégio Filomena de Marco, antes da adoção da ferramenta, a personalização dos conteúdos era feita diretamente pelos professores, de forma descentralizada. Hoje, o trabalho é conduzido pela coordenação pedagógica, que utiliza a plataforma para organizar e padronizar as entregas, garantindo mais agilidade e consistência no atendimento aos estudantes. “A implantação foi muito fácil e rápida. Quando conheci a solução, percebi o quanto ela seria benéfica para toda a escola, principalmente para os alunos”, afirma a diretora da instituição, Márcia Rocco.

Um dos recursos mais utilizados pela escola é a elaboração do PEI (Plano de Educação Individualizada), que passou a ser desenvolvido de forma mais estruturada e prática. Com isso, os professores conseguem focar na aplicação pedagógica em sala de aula. “Hoje, os docentes analisam o material, fazem ajustes quando necessário e validam o documento. Isso facilita muito o dia a dia”, explica a diretora.

A mudança também trouxe ganhos operacionais importantes. Processos que antes dependiam exclusivamente do tempo dos professores passaram a ser centralizados e organizados, reduzindo a sobrecarga da equipe e tornando o fluxo mais eficiente.

A busca por uma solução tecnológica surgiu a partir da necessidade de aprimorar práticas já existentes na escola. O Colégio Filomena de Marco já adotava avaliações adaptadas e acompanhava de perto alunos com dificuldades de aprendizagem, inclusive aqueles sem diagnóstico formal, envolvendo famílias e especialistas no processo. “A praticidade e a agilidade fazem toda a diferença. É um ganho para todos dentro da escola”, resume Márcia.

A experiência da instituição reflete um movimento mais amplo no setor educacional. A IncluiAI, edtech responsável pela plataforma, já impactou mais de 100 mil alunos em todo o país e vem ampliando sua atuação ao integrar inteligência artificial aos processos pedagógicos.

Segundo o CEO da empresa, Cadu Arruda, a proposta é apoiar escolas na organização e na tomada de decisão. “A educação hoje exige ferramentas que ajudem a lidar com diferentes perfis de aprendizagem de forma estruturada. Nosso objetivo é justamente oferecer esse suporte, conectando tecnologia e pedagogia no dia a dia das escolas”, afirma.

“Com a tecnologia como suporte, escolas como o Colégio Filomena de Marco mostram que é possível avançar na personalização do ensino sem aumentar a complexidade da operação, um equilíbrio cada vez mais necessário no contexto educacional brasileiro”, finaliza Cadu Arruda.

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Núbia Boito

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