Mercado imobiliário em 2026 atrai investidores interessados em empreendimentos “na planta”

Mercado imobiliário em 2026 atrai investidores interessados em empreendimentos “na planta”

A compra de imóveis na planta deve ganhar força em 2026, impulsionada pela queda da taxa de juros e pela projeção de crescimento de 16% nos financiamentos habitacionais, segundo estimativas da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Com a expectativa de retomada do mercado, investidores e compradores voltam a mirar lançamentos para capturar a valorização dos imóveis ao longo do ciclo de obras.

Neste cenário de aquecimento, especialistas apontam que a melhor janela de oportunidade está na aquisição de imóveis na planta, garantindo a entrada no início do ciclo de valorização patrimonial antes da alta generalizada de preços que acompanha a entrega das chaves. Alinhada a esse movimento estratégico, a Habitare, incorporadora focada em soluções contemporâneas de moradia sediada em Niterói (RJ), estruturou um pipeline robusto para surfar o otimismo do mercado.

Segundo Roberto Coutinho, CEO e fundador da empresa, o momento econômico favorece quem olha para o futuro. “A janela de oportunidade para o comprador está aberta agora. Quem investe no início de um ciclo macroeconômico, apostando em empreendimentos ainda na fase de lançamento, consegue travar o preço de aquisição e capturar toda a curva de valorização do imóvel até a entrega”, explica Coutinho.

A estruturação dessa rentabilidade passa pelo cronograma firme de obras da companhia, que pretende colocar 700 novas unidades no mercado até 2027. Com o residencial Sou+ Icaraí entregue em 2024, a Habitare concentra sua tração em projetos estratégicos: o altíssimo padrão Lazuli, que já está em obras, e o Sou+ Charitas, ambos com entrega prevista para 2027. Além deles, o Sou+ Wellness Charitas e o Sou +Itacoa, ambos previstos para 2028. “O cliente compra hoje, com condições mais flexíveis, um ativo que estará pronto justamente quando o mercado atingir maior maturidade neste novo ciclo”, acrescenta o executivo.

Para atrair essa demanda, porém, construir não é suficiente — é preciso entender o novo comportamento da moradia urbana. A Habitare tem estruturado seus lançamentos em duas linhas estratégicas: a Sou Mais, focada em localização, vida urbana e infraestrutura de convivência como o modelo Pet Family; e a Sou Mais Wellness, que incorpora o bem-estar físico e mental como eixo central do design.

O grande diferencial para a atração de capital investidor está na redução de custos operacionais. A Habitare inova em seus novos projetos ao eliminar o uso de gás encanado nos apartamentos, equipando as cozinhas com modernos e seguros sistemas de indução. Somado a isso, a companhia aposta forte em energia limpa por meio da Fazenda Solar Habitare, um campo de painéis fotovoltaicos responsável por gerar créditos que são revertidos em economia direta na conta de energia dos empreendimentos.

Esse ecossistema reflete diretamente no perfil da carteira da empresa, acompanhando uma forte tendência nacional. Segundo pesquisa recente da consultoria Brain Inteligência Estratégica, 89% dos brasileiros interessados em adquirir imóveis hoje buscam o ativo para moradia própria. Na Habitare, essa realidade se consolida: atualmente, 75% dos compradores adquirem as unidades para viver. Os outros 25% são investidores focados em proteção patrimonial e locação, atraídos pela alta liquidez e pelo baixo custo de manutenção.

“O comprador de 2026 não busca apenas metros quadrados — ele busca resolução de vida e eficiência. Quer um imóvel inteligente, que estimule a vida saudável e esteja preparado para as dinâmicas contemporâneas. O smart living deixou de ser um luxo estético para se tornar a base de segurança e rentabilidade no setor imobiliário”, conclui o CEO da Habitare.

Assinatura

Bruno Vargas

Somente para seguidores mútuos


Repostar 0

Comentários

Nenhum comentário ainda.