A SOLUTIO, primeira TaxTech SAP do Brasil, anuncia crescimento de 58% na receita bruta em 2025, com 22 novos grupos empresariais dos segmentos de indústria, suplementos alimentícios, papel e celulose, varejo e agrobusiness, entre outros.
Essa evolução ocorreu pelo acompanhamento da empresa ao novo contexto tecnológico e regulatório do mercado de gestão fiscal, marcado por mudanças obrigatórias para sistemas de gestão corporativa (ERPs) e necessidade de preparação para os impactos da Reforma Tributária (RT).
Segundo Estéfano Almeida, sócio-fundador da SOLUTIO, a RT colocou a área fiscal no centro da estratégia das empresas. “Um pilar de nossa atuação foi a maior proximidade com as empresas e participação ativa no dia a dia delas. Dessa forma, pudemos compreender a realidade de cada uma e contribuir de forma consultiva, atuando como um parceiro de transformação”, afirma.
Demandas da Reforma Tributária e benefícios gerados aos clientes em 2025
As principais demandas de mercado visando a RT atendidas pela SOLUTIO em 2025 foram:
- Portfólio de gestão fiscal com atendimento 100% aderente à RT;
- Soluções fiscais nativas na plataforma SAP, com elevado nível de automação para recebimento físico e fiscal de mercadorias e serviços, o que reduz de forma significativa o trabalho manual e os retrabalhos fiscais;
“A SOLUTIO é a única empresa do ecossistema SAP no Brasil que atende integralmente os desafios da Reforma Tributária. Vimos um movimento claro de busca por soluções mais integradas, robustas e preparadas para as obrigatoriedades estruturais da RT”, explica Estéfano Almeida.
Além de mais eficiência tecnológica e conformidade, as empresas também se beneficiaram com a ampliação da maturidade para os processos fiscais, aproximando a área de operação das áreas técnica e de negócios.
Estratégia para 2026
Em 2026, a SOLUTIO pretende dobrar a receita bruta, considerando que este será um ano ainda mais decisivo no ambiente fiscal brasileiro.
Para atingir a meta, a SOLUTIO tem como estratégia lançar produtos em nuvem e expandir suas parcerias para atender novos mercados e ganhar capilaridade por segmentos.
A atuação será baseada em contribuir com novas abordagens de gestão fiscal, pois as decisões tomadas em 2026 vão impactar a competitividade, a governança e a sustentabilidade operacional das empresas nos próximos anos.
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