
- Economia calculada pelo International Workplace Group pode ser obtida por colaboradores que moram em cidades próximas a São Paulo, como Osasco, São Bernardo do Campo e Campinas, e que substituem a direção diária de longa distância por jornadas em coworkings perto de casa - 80% das novas unidades do International Workplace Group no mundo todo estão sendo abertas em cidades menores e regiões suburbanas, impulsionadas pela crescente demanda por espaços de trabalho mais próximos de casa |
Um novo levantamento revela que trabalhadores que moram na região metropolitana de São Paulo e no interior paulista e que costumam dirigir diariamente até a capital do Estado podem economizar até R$ 27.900 por ano se optarem por trabalhar em um espaço de coworking perto de casa de 2 a 3 vezes por semana.* O estudo, conduzido pelo International Workplace Group (IWG) — a principal fornecedora mundial de soluções de trabalho híbrido, dona das marcas Spaces, Regus e HQ —, analisou os custos médios de deslocamento de trabalhadores de escritório com origem em cidades próximas como Osasco, São Bernardo do Campo e Campinas. A pesquisa confirma que a adoção do modelo de trabalho híbrido — que mescla o uso de coworkings nesses municípios e próximos à residência com idas ao escritório em São Paulo para atividades colaborativas, de relacionamento e reuniões — pode gerar uma economia significativa. Segundo os dados, o gasto médio diário de um profissional que trabalha presencialmente em um escritório na região central de São Paulo pode chegar a R$ 290 para quem dirige diariamente desde a cidade de Campinas. O cálculo considera o custo médio do combustível, taxas de estacionamento e pedágios. Por outro lado, quem opta por trabalhar parte da semana em um espaço de trabalho flexível próximo de casa pode reduzir esse gasto médio para R$ 57 por dia, com uma economia média diária de até R$ 233. Ao analisar o modelo híbrido mais comum, com 2 a 3 dias remotos por semana, a economia mensal pode chegar a R$ 2.325, somando mais de R$ 27.900 em um ano** — considerando deslocamentos de carro a partir de Campinas, a 92 km da capital paulista. A economia também é expressiva em outras áreas metropolitanas. Trabalhadores que moram em Osasco podem poupar cerca de R$ 8.700 por ano em despesas com o carro ao adotar o modelo flexível. Já aqueles que se deslocam diariamente a partir de São Bernardo do Campo podem ter economia anual de R$ 11.100 ao eliminar a necessidade de dirigir até a capital todos os dias da semana. Com cada vez mais pessoas buscando trabalhar mais perto de casa para evitar o custo e o tempo gastos com longos deslocamentos, cresce a demanda por espaços de trabalho flexível em regiões suburbanas e cidades menores. Refletindo essa tendência, cerca de 80% das novas unidades do International Workplace Group inauguradas anualmente no mundo todo estão em locais fora dos grandes centros – como é o caso de São Bernardo do Campo, Osasco e Campinas. Tiago Alves, CEO Brasil do International Workplace Group, afirma: “O modelo híbrido deixou de ser tendência e se consolidou como uma solução estratégica para empresas e profissionais em todo o Brasil. Ao oferecer acesso a espaços de trabalho mais próximos de casa, conseguimos não apenas melhorar a qualidade de vida das pessoas, mas também contribuir para ganhos concretos em produtividade e economia. A descentralização do local de trabalho é um caminho sem volta — e cidades como Campinas, Osasco e São Bernardo do Campo já são protagonistas dessa transformação.” Mark Dixon, CEO do International Workplace Group, comenta: “Com os avanços tecnológicos, o trabalho não está mais restrito a um único local. As empresas estão capacitando suas equipes para que trabalhem de onde forem mais felizes e produtivas, permitindo que os profissionais mantenham a performance ao trabalhar mais perto de casa, em um coworking ou escritório local.” “Essa mudança significa que os funcionários não precisam mais enfrentar longos deslocamentos diários, podendo atingir o mesmo nível (ou até mais) de produtividade perto de casa. Como resultado, os escritórios centrais das empresas evoluem para se tornarem centros de criatividade, colaboração e conexões sociais”, complementa Dixon. Além das vantagens financeiras, o estudo do IWG também apontou os benefícios para a saúde e o bem-estar associados à redução dos deslocamentos. Uma pesquisa recente indicou que 70% dos profissionais em regime híbrido relataram menos sintomas relacionados ao estresse, e 80% se sentem menos ansiosos. Notas para editores: *Estudo do International Workplace Group sobre o custo médio diário com o uso do carro até São Paulo a partir de cidades próximas, considerando combustível, estacionamento e pedágios. **Comparativo mensal entre 10 dias de acesso aos espaços de coworking Regus e o custo de 10 dias de deslocamento até um escritório na região central de São Paulo. Para mais informações, acesso o site do International Workplace Group |
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