A migração para o Mercado Livre de Energia (MLE) oferece autonomia e potencial economia, mas não é uma solução automática. O artigo alerta que, sem uma gestão ativa do consumo, monitoramento e uso de tecnologia, as empresas apenas trocam de fornecedor, mantendo o desperdício. Para alcançar a real eficiência, é preciso tratar a energia como ativo estratégico, integrá-la à cultura organizacional e usar dados para otimizar o uso, transformando a liberdade do MLE em controle e sustentabilidade.
000000Entre para ver as interações desta publicação