Viver “encaixado” está adoecendo o Brasil
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A “barriga solidária” é permitida no Brasil apenas de forma altruísta, sem pagamento. Regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina, é indicada em casos de infertilidade, histerectomia, risco gestacional ou para casais homoafetivos. A cedente deve ter menos de 50 anos, estar em boas condições de saúde, já ter um filho vivo e não pode doar os óvulos. O modelo comercial, conhecido como “barriga de aluguel”, continua proibido no país.
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