Prefeitura de São Paulo avança nos estudos de substituir os trólebus pelo VLT no centro de São Paulo. A Tecnologia VLT custa mais caro e possui a mesma capacidade do que os trólebus que já circulam pela localidade. Um gasto desnecessário, trocando "seis ppr meia dúzia" como diz o ditado popular.
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A tecnologia evoluiu. Os trólebus modernos contam com baterias embarcadas, que lhes garantem autonomia fora da rede elétrica permitindo operar em trechos sem fios e oferecendo maior flexibilidade operacional. Ou seja, o trólebus do século XXI é um veículo híbrido, combinando o melhor da tração elétrica com liberdade operacional.
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O sistema trólebus na cidade de São Paulo enfrenta desde sua inauguração em 1949 momentos altos e baixos. Na contramão do mundo teve grande parte de suas linhas suprimidas e por diversas vezes quase foi extinto, enquanto que em outros países sistemas sofrem expansão ou ainda novos são criados. Por falta de investimentos e modernização enfrentam descaso e repulsa por grande parte de usuários do transporte público na megalópole paulista. Políticos e autoridades sem respaldo técnico sério insistem em investir dinheiro público em modais poluentes ou de menor eficiência, muitas vezes obrigando o paulistano a usar seu carro próprio e contribuindo para o aumento do caos no trânsito. O caminho para uma cidade mais limpa, eficientes e sustentável passa, necessariamente, pela eletrificação do transporte público. E o trólebus é parte fundamental desse futuro.
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