A transformação digital do mercado erótico brasileiro ganha um novo capítulo durante a Intimi Expo 2026, que acontece de 20 a 22 de março no Distrito Anhembi, em São Paulo, com o lançamento oficial do Guia de Sexshop, um buscador inteligente de sexshops com tecnologia de geolocalização criado por profissionais que atuam há mais de duas décadas no setor.
Alerta para doenças oculares com maior incidência nas mulheres
Livro “Elas em movimento” expõe desafios e violências enfrentadas no esporte como testes de feminilidade, maternidade e pressão estética, através de artigos e depoimentos de jornalistas, médicas, psicólogas e ex-atletas.
Livro “O sorriso de Alana”, de Carol Reis, mostra a trajetória real da maternidade atípica, com prefácio do cantor Biafra e posfácio do neurologista Gustavo Valle, Lançamento acontece dia 23 de março, às 17h, na Associação Fluminense de Reabilitação, em Niterói (RJ).
A declaração do influenciador Juliano Floss, participante do BBB 26, de que se arrepende de ter feito rinoplastia aos 18 anos reacendeu o debate sobre a idade ideal para a cirurgia e os cuidados necessários antes da decisão, especialmente entre pacientes jovens. A rinoplastia está entre os procedimentos estéticos mais realizados no mundo, com mais de 1 milhão de cirurgias por ano, segundo a International Society of Aesthetic Plastic Surgery, e figura entre as mais procuradas também no Brasil, principalmente por adolescentes e adultos jovens. De acordo com o otorrinolaringologista Dr. Eduardo Dolci, a cirurgia pode ser feita após o término do crescimento facial, em geral por volta dos 15 a 16 anos nas meninas e 17 a 18 nos meninos, mas a maturidade emocional é tão importante quanto a física. Segundo o especialista, pacientes muito jovens podem ter expectativas irreais, o que aumenta o risco de insatisfação e arrependimento. Dados da American Society of Plastic Surgeons indicam que a rinoplastia está entre os procedimentos com maior índice de revisões, com cerca de 5% a 15% dos pacientes buscando algum tipo de correção. O médico explica que a cirurgia pode ter indicação funcional, como nos casos de desvio de septo ou dificuldade respiratória, mas quando a motivação é apenas estética, a avaliação deve ser ainda mais criteriosa. Pressão social, influência das redes e comparação com padrões irreais podem interferir na decisão, principalmente em pacientes que ainda estão em fase de construção da autoimagem. Segundo o especialista, a consulta pré-operatória deve incluir análise detalhada da anatomia, avaliação das expectativas e conversa clara sobre limites do procedimento. Embora a rinoplastia possa trazer melhora da autoestima quando bem indicada, a decisão precisa ser tomada com maturidade, para reduzir o risco de frustração no futuro.
Um estudo conduzido pela Harvard T.H. Chan School of Public Health e publicado no Journal of the American College of Cardiology reforça que a qualidade da alimentação é um dos principais fatores de proteção cardiovascular, inclusive para pacientes que já passaram por cirurgia cardíaca ou estão em preparação para o procedimento. A pesquisa acompanhou cerca de 200 mil pessoas ao longo de mais de 30 anos e concluiu que tanto dietas com baixo teor de gordura quanto com restrição de carboidratos podem ser benéficas, desde que baseadas em alimentos de boa qualidade, como grãos integrais, frutas, verduras, legumes e gorduras insaturadas. Em contrapartida, padrões alimentares ricos em carboidratos refinados, carnes processadas e gorduras saturadas aumentam o risco de doença coronariana. Na prática clínica, segundo o cirurgião cardiovascular Elcio Pires Junior, os achados confirmam uma mudança de foco no cuidado com pacientes cardiopatas. Ele explica que a alimentação deve ir além da simples restrição de nutrientes e priorizar a qualidade do que é consumido, com maior presença de vegetais, fibras, proteínas magras e gorduras saudáveis, além da redução de ultraprocessados, açúcar e sal. O cuidado nutricional é especialmente relevante no pós-operatório de cirurgias como revascularização do miocárdio e troca de válvulas cardíacas. Nesses casos, uma dieta equilibrada contribui para a cicatrização, ajuda no controle do colesterol e reduz o risco de novos eventos cardiovasculares. O especialista alerta que a ideia de apenas “cortar gordura” após a cirurgia é equivocada e pode comprometer a recuperação. Os dados reforçam que a alimentação adequada deve ser encarada como parte do tratamento cardiológico contínuo, ao lado do uso de medicamentos, da prática de atividade física e do controle de fatores de risco. Mesmo após a cirurgia, a doença cardiovascular permanece crônica e exige mudanças consistentes no estilo de vida para proteção do coração no longo prazo.
País atinge 140 casos confirmados no ano, e testagem rápida é decisiva para conter a transmissão
Restaurante de comida japonesa foi chancelado com a premiação pela sua excelência no delivery
O Instituto Gustavo Rosa realiza até o próximo sábado, 21 de março, o Projeto Alçando Voos, iniciativa cultural e educativa que leva ao Projeto Arrastão, no Campo Limpo, zona sul de São Paulo, uma exposição com dezenas de obras do artista, além de oficinas arte-educativas voltadas a cerca de 400 crianças e jovens atendidos pela organização.
Cidade que se emancipou de Cotia há quatro décadas avança em planejamento urbano e atrai projetos voltados à integração entre moradia, comércio e serviços